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Bullying pode levar jovens a sérios problemas



É comum assistirmos notícias frequentemente revelando uma sociedade cada dia mais agressiva. Aparentemente inocentes, brincadeiras de mau gosto ou apelidos pejorativos podem estar relacionados a atos de violência física e psicológica. Difamar, constranger, ameaçar e até mesmo agredir fisicamente são atos considerados como bullying, problema que oferece sinais ainda no ambiente familiar. Isto porque o jovem mantém atitudes desafiadoras e agressivas em relação aos familiares, por meio de arrogância na maneira de agir, conversar e se vestir, demonstrando capacidade em manipular e se safar de confusões.

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ABGLT faz campanha para incentivar alunos a denunciar homofobia



A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) lançou uma campanha para incentivar os estudantes vítimas de homofobia nas escolas a denunciar as agressõesHá um tempo, a entidade divulgou o caso de um estudante de 15 anos que sofreu agressões em uma escola de Santo Ângelo, no interior do Rio Grande do Sul. Após a agressão, o menino encaminhou um e-mail relatando o drama da homofobia para a ABGLT. O relato ganhou repercussão na internet e o caso foi encaminhado à Delegacia de Polícia da cidade.Fonte: Terra;

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Xuxa diz ter sido vítima de bullying


Em entrevista a uma publicação semanal a apresentadora de programas infantis Xuxa Meneghel afirma ter sido vítima de bullying, devido ao cabelo grande e escorrido, o que resultou no apelido de Morticia – uma referência à personagem do filme “A Família Adams”.
“Eu era o bullyng em pessoa! Por isso gostava mais de ficar com os vira-latas, passarinhos, lagartixas, formigas. Então tinha bichos e amigos imaginários”, conta.
Fonte: A crítica;

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Mãe denuncia bullying contra a filha em escola e registra BO


Cansada de ver a filha sofrendo, Estelina de Almeida registrou Boletim de Ocorrência por omissão. Ela conta que a filha, de sete anos, vem sendo sistematicamente agredida por colegas sem que a escola tome providências para resolver o problema. A última agressão aconteceu recentemente.



A menina conta que foi agredida por duas colegas, mas não soube explicar o motivo. Segundo a mãe, a menina frequentemente chega em casa com lesões e chorando. Por conta disso, a garota não está indo à escola. A mãe afirma que a filha somente voltará se o problema for resolvido ou se ela for transferida para outra unidade ensino.

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Vítima de bullying regressa à escola

A mãe da adolescente disse à Lusa que a filha, aluna do sétimo ano, já se encontra fisicamente recuperada, mas psicologicamente afetada, depois de ter sido internada no hospital de Penafiel.

A encarregada da educação revelou que apresentou queixa na GNR e informou a direção da escola, que abriu um processo.

«Não vou parar enquanto não forem apuradas as responsabilidades», afirmou.
 
Fonte: TVI24;

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Vítima de bullying tenta suicídio

Uma adolescente de 13 anos, vítima de bullying na escola, tentou matar-se, recentemente, ingerindo 70 comprimidos e tentando sufocar-se com um cinto. Só a intervenção da mãe evitou a tragédia. A menor foi transportada para o Hospital Padre Américo, em Penafiel, onde esteve internada durante um dia.


A mãe da aluna da Escola Básica 2,3 da Sobreira, em Portugal, teme pelo futuro da filha, caso os insultos, as ameaças e as agressões se mantenham. "Ando com o coração nas mãos", desabafa ao Correio da Manhã.


A direcção da Escola Básica 2,3 da Sobreira recusou prestar declarações ao Correio da Manhã, informando apenas que "já está a tratar do caso".



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Famosos se unem contra o bullying



Johnny Depp, Justin Bieber e Meryl Streep se unirão por uma boa causa: contra o bullying. De acordo com informações da coluna “Page Six” do jornal “New York Post”, os atores e o cantor participarão de “Bully”, documentário assinado por Lee Hirch e que abordará o assunto e sua relação no universo escolar.

A atriz, que este ano levou para casa o seu terceiro Oscar, participará da produção do filme, em breve, ao lado da filha Mary, em Nova York. Apesar dos esforços, nem todos os jovens poderão assistir ao filme, já que a película deve receber uma classificação indicativa relativamente alta.

Fonte: Quem;

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Ator de 'Star Wars' abandonou a carreira após bullying

Conhecido pr ter interpretado Anakin Skywalker em Star Wars: Episódio I - A Ameaça Fantasma (1999), Jake Lloyd resolveu abandonar a carreira por conta da repercussão negativa que sucedeu ao estrelato alcançado na infância. 

Atualmente com 22 anos, o ator ficou assustado quando, aos dez anos de idade, se viu alvo de piadas e brincadeiras maldosas na escola em que estudava. ''As outras crianças eram realmente más comigo. Elas faziam o som do sabre de luz toda vez que me viam. Era uma completa loucura. Foi um verdadeiro inferno'', afirmou ao jornal Daily Mail

Traumatizado, toda vez que ele concedia uma entrevista ou comparecia a um evento sobre o longa, a memória das experiências ruins retornavam e o faziam odiar o personagem que viveu no cinema. Assim, sua carreira entrou em declínio até que ele decidiu encerrá-la. ''Aprendi a odiar quando as câmeras estão voltadas para mim'', justificou. 
Fonte: Bonde;

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Pais são condenados pela Justiça por bullying na internet praticado pelas filhas

O caso aconteceu em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná. O bullying pela internet foi praticado pelas adolescentes que tinham, na época do fato, entre 13 e 14 anos, contra outra menina, também de 13 anos. De acordo com decisão da Justiça, os pais da vítima devem receber uma indenização de 15 mil reais por danos morais causados contra a filha.


Fonte: CBN Curitiba;

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Adolescente supera bullying por causa da acne e se inscreve em concurso de beleza


Assim como muitos adolescentes, a inglesa Harriet Page, hoje com 18 anos, sofreu bullying na escola. O principal motivo era a forte acne que deixou muitas marcas vermelhas em seu rosto.

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Cyberbullying é problema global, mostra pesquisa

Mais de 10% dos pais ao redor do mundo afirmaram que seus filhos sofreram bullying na internet e quase um quarto conhece um jovem que já foi vítima das intimidações na web, segundo uma pesquisa da Ipsos/Reuters.
Mais de três quartos das pessoas questionadas na pesquisa global consideraram o cyberbullying diferente de outros tipos de perseguição e disseram que ele merece atenção especial e esforços de pais e de escolas. "Os dados mostram claramente um apetite entre pessoas ao redor do mundo por uma resposta direcionada ao cyberbullying", disse Keren Gottfried, da empresa de pesquisas Ipsos, que conduziu a pesquisa.

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Todos contra os Distúrbios Alimentares


2010 foi marcado como a ano do combate ao bullying, 2011 como a repreensão da discriminação e 2012 lançaremos duas campanhas, a primeira de prevenção aos distúrbios alimentares e a 2ª de tema ainda não determinado.
Em 2011 começamos com uma série sobre a temática além de algumas postagens que podem ser vistas clicando aqui.
Esperamos ter o seu apoio em nossas campanhas e na divulgação do conteúdo.
Aproveite e assista esse vídeo sobre a temática de uma campanha preventiva de um site recomendado:

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e-GPON em 2012 - Saudações e Novidades

2011 foi um ano de muitas conquistas e desafios, de momentos de muitos risos e outros não tão felizes...
Que neste novo ano, possamos compartilhar muitas alegrias, e inúmeras esperanças....
Que em 2012 todos os nossos sonhos se tornem realidade.... 

Nos desejamos muita saúde, paz, amor, prosperidade e sucesso para todos.

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Jovem entra em contato e nega preconceito contra o NE e PI


Twitter foi denunciado. Jovem diz que usaram sua foto
Neste sábado, dia 10, o perfil foi retirado por um suposto hacker que se identifica contra preconceituosos. O perfil havia postado, desde a noite de quarta-feira passada (07/12)  inúmeros insultos e ataques ao povo nordestino, principalmente aos do Piauí, por conta de uma brincadeira local criada através da hashtag #InsultoPiauiense. O autor usou o nome Sophia Fernandes e as fotos de uma bela jovem.
Após uma polêmica que envolve suspeita de xenofobia e preconceito, o perfil falso @SophiaOfDreams foi totalmente alterado. O que seria de uma estudante de Porto Alegre, capital do estado do Rio Grande do Sul, torcedora do Grêmio e revoltada pela existência dos nordestinos, não passava de uma provocação partindo de algum preconceituoso.
Retirado pelo suposto hacker, que se identificou como autoria de @AntiSecBRTeam e @iPiratesGroup, o endereço http://twitter.com/SophiaOfDreams estava com os seguintes dizeres: "Perfil hackeado / motivo: XENOFOBIA". Retirou as postagens preconceituosas contra os nordestinos e publicou no lugar: "Somos contra qualquer tipo de preconceito".
SOPHIA É UM PERFIL FALSO
Para completar, depois de toda a polêmica, e vendo que as notícias do caso de xenofobia, saindo inicialmente aqui no 180graus, começaram a ter repercussão nacional sendo publicadas por portais mais conhecidas em todo o Brasil, como Uol, a verdadeira 'dona' das fotos usadas pelo perfil falso (fake) Sophia Fernandes apareceu. Seu nome verdadeiro é Eloíse Guimarães. Ela entrou em contato por email com o 180graus, confirmou que um fake usou suas fotos e negou que tenha cometido qualquer tipo de preconceito contra o Nordeste e o Piauí.
Perfil teve todas as postagens preconceituosas retiradas por hackers
ELOÍSE GUIMARÃES É O NOME DELA
No primeiro contato que Eloíse fez com o 180graus, ela pediu que tudo fosse esclarecido pois algum (ou alguma) irresponsável usou suas fotos indevidamente para atacar os nordestinos. O caso de xenofobia irritou inúmeros moradores da região, usuários das redes sociais que rapidamente rebateram e levaram até o topo dos assuntos mais comentados da Internet a hashtag #OrgulhoDeSerNordestino. Eloíse Guimarães explicou que registrou um boletim de ocorrência (BO) na delegacia de sua cidade, que não seria em Porto Alegre-RS, mas sim em Curitiba-PR. "Meu advogado vai entrar com processo e tomar as devidas providências. Espero que este site (no caso, o 180graus), esclareça toda essa situação", pede a jovem, que seria na verdade uma modelo.

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Ex-funcionário condenado por acusar, sem provas, empresa de assédio moral


Ele terá de pagar R$ 3 mil em favor da empresa, após prestar declarações ao jornal local Correio do Povo, em que garantiu ter sido vítima de assédio moral.
Valdemar disse que era obrigado pelos superiores a contar os carros que passavam pela rua ou, ainda, o número de funcionários que acessavam os banheiros, em ordens com o claro objetivo de humilhá-lo. A empresa ajuizou ação de indenização por danos morais, julgada improcedente em 1º grau.
Já a 5ª Câmara de Direito Civil do TJ, em apelação sob a relatoria do desembargador substituto Odson Cardoso Filho, teve outra compreensão sobre o caso. Ela reformou parcialmente a sentença para condenar Valdemar – manteve, contudo, a improcedência da ação em relação ao Jornal Correio do Povo. O TJ considerou que o jornal apenas publicou a notícia em torno dos fatos narrados pelo ex-funcionário, sem agressões à imagem da empresa, de forma que não pode ser responsabilizado pelos danos.
Valdemar, entretanto, não convenceu os julgadores. O relator destacou, de início, que a ação movida pelo funcionário contra a empresa, na Justiça do Trabalho, pelo dito assédio moral, foi julgada improcedente por falta de provas. “A conduta do apelado de, antes mesmo de questionar o ocorrido perante o Poder Judiciário, contactar os meios de comunicação para anunciar os fatos e impor imagem negativa à ré, não pode ser desconsiderada”, finalizou o magistrado. A decisão foi unânime. (Ap. Cív. n. 2009.040340-9)

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Assédio moral: uma ameaça no ambiente de trabalho

O assédio moral é uma ameaça dentro das empresas e muito comum atualmente. É a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções.

“O assédio moral está mais ligado ao direito do que à saúde. Ele viola os direitos humanos e é uma ofensa à dignidade da vítima com a finalidade de estimulá-la a deixar o emprego”, relatou a palestrante. A painelista destacou ainda que, a cada 10 trabalhadores, seis sofrem danos morais, a maioria mulheres. Salientou também que a maior parte destes, são assédios organizacionais. Este tipo de dano caracteriza-se pelo emprego de condutas abusivas, exercidas em decorrência de relações de trabalho, resultando em humilhações para que o trabalhador obtenha um engajamento às políticas e metas da empresa. 

O assédio está entre as lutas da classe trabalhadora. A advogada do Sindicato dos Metalurgicos, Maísa Aran, destaca que umas das principais questões de atendimentos do Departamento Jurídico da entidade são por danos morais. “O Sindicato recebe cerca de 30 denúncias por mês relatando assédio moral nas empresas da região, algumas delas foram inclusive condenadas por essa prática.”
O evento foi uma promoção do Núcleo de Estudos e Pesquisa em Saúde e Trabalho da UFRGS e abordou o tema "Da Violência ao Suicídio no Trabalho". A palestrante é médica do trabalho, doutora em Psicologia Social peal PUC-SP e autora do livro "Do Assédio Moral à Morte em Si".

Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos de Caxias do Sul

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Anorexia também atinge homens

Em resposta a postagem: Anorexia também é coisa de menino, o site bonde.com.br reprisou uma postagem do site saudeempautaonline.com.br comentando sobre a anorexia em meninos, confira:

O reflexo do espelho pode confundir aqueles que desejam exibir um corpo esbelto e, em razão da busca pela perfeição, restringe sua alimentação pelo medo exagerado de engordar. Considerada uma doença tipicamente feminina, sendo suas maiores vítimas as mulheres, a anorexia, transtorno alimentar de ordem psiquiátrica, ganha força e invade o universo masculino, segundo o Dr. Raphael Cangelli, psicólogo clínico do Ambulim (Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas. 

Comumente associado a um grupo composto por modelos e homossexuais, o padrão da doença vem mudando e hoje já é possível observar inúmeros homens de diversas profissões, nível escolar e orientação sexual em busca do tratamento contra a anorexia. O curioso é que o sexo masculino busca atendimento médico por outros sintomas desenvolvidos pela patologia e não pela doença em si. 

O anoréxico enxerga a recusa ao comer como um estilo de vida, cultua a magreza e não compreende os sérios riscos que a enfermidade abrange. "Acompanhado do medo de engordar, surge a anemia, a queda de proteína, a falta de interesse sexual, o cansaço, o baixo rendimento escolar e profissional, além dos riscos de doenças cardíacas", alerta o especialista. Por vergonha, mesmo alguns homens, percebendo sua magreza excessiva, não buscam ajuda profissional, elevando os riscos para a saúde. 

Quando o IMC (Índice de Massa Corpórea) é inferior a 15, o indivíduo já é considerado anoréxico e necessita de internação imediata. É importante esclarecer que, quanto menor o IMC, maior a chance do óbito. A maioria das mortes é originária da anemia, pois a queda de potássio no corpo facilita a parada cardíaca. Para calcular o IMC, basta dividir o peso (em quilogramas) pela altura (em metros). Por exemplo, se uma pessoa pesa 60kg e tem 1,65 de altura, a fórmula do IMC será: 

IMC = 60 ÷ 1,602 

IMC = 60 ÷ 2,56 

IMC = 23,43 

A luta pela vida 

Por se tratar de uma doença complexa, a anorexia exige acompanhamento profissional rigoroso para diagnosticar o quadro clínico e a tentativa de controlar a enfermidade por toda a vida, pois é incurável. "A partir de um levantamento feito por profissionais, o histórico alimentar do paciente é avaliado como os sentimentos em relação ao próprio corpo. Normalmente, o anoréxico procura atendimento em um médico clínico geral e de lá é encaminhado a um psiquiatra", revela o Dr. Cangelli. 

A partir de então, uma equipe multidisciplinar é responsável pelo tratamento. São psiquiatras, responsáveis pela avaliação e o tratamento com medicamentos; nutricionistas que estruturam a reeducação alimentar e o medo do ganho de peso; psicólogos que tratam a distorção de imagem corporal, já que o anoréxico se vê gordo, além dos relacionamentos sociais e afetivos e, por fim; terapeutas, que discutem a relação familiar e individual dos pacientes. 

Os amigos e a família são os pilares do anoréxico e como o controle é feito ao longo da vida, as pessoas mais próximas devem compreender a gravidade da enfermidade. "O surgimento da doença pode ser de caráter social, cultural e familiar. O indivíduo não desenvolve a anorexia por uma causa só, sempre são vários fatores e é nesse ponto que a família deve mostrar solidariedade e entender que esse medo do ganho de peso do paciente é verídico, uma doença", salienta o psicólogo. 

Entre as celebridades 

O cantor e compositor Daniel Johns, vocalista da extinta banda de rock Silverchair, assustou fãs e familiares ao fazer shows e aparições na mídia, cada vez mais magro. Ele revelou ter desenvolvido a anorexia em 1999, chegando a pesar menos de 50 kg. À época, o compositor criou uma música sobre o assunto, a "Ana´s Song". 

Assim como Johns, muitos homens travam uma batalha diária contra a anorexia da qual dependem de si mesmos ao tentar enxergar sua verdadeira imagem diante de um espelho.

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Bullying no trabalho é o tema da radionovela “Quem mexeu no meu pirão?”


Doutor Gonçalves, um chefe que adora ler livros sobre liderança, anunciou que vai se aposentar e deixar um dos funcionários em seu lugar. Depois do anúncio, Fátima e Jurandir concluíram que a melhor forma de eliminar a concorrência é promover um bullying no trabalho. Esse é o tema da radionovela “Quem mexeu no meu pirão?”, da Rádio Justiça.
HistóricoJustiça em Cena é um projeto da Rádio Justiça iniciado em 2004. Retomado e reelaborado em 2007, o programa tem episódios semanais. Entre as edições, “Solidão, que nada!”, sobre auxílio solidão e “Como Juvenal salvou o Natal”, sobre trabalho temporário. A última, “Um morto muito vivo”, tratou da falsificação de atestados de óbito.
Em novembro de 2008, o programa Justiça em Cena foi considerado pela segunda vez consecutiva “Melhor Programa de Rádio” pelo 6º Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça.
Ficha técnica: Roteiro e direção, Guilherme Macedo. Sonoplastia, Daniel Leite. Vozes: Erick Rendlter e Jacqueline Brandão.
No arA radionovela “Quem mexeu no meu pirão?” será veiculada de segunda a sexta-feira, em diversos horários. Sábado e domingo, às 20h30, a Rádio Justiça apresenta o compacto com a história completa.
A Rádio Justiça é sintonizada em 104,7 MHz, em Brasília, via satélite ou pelo site www.radiojustica.jus.br. O áudio de todas as radionovelas produzidas está disponível no site.
Fonte: Rádio Justiça

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Negra diz que chefe mandou alisar o cabelor


A estagiária Ester Elisa da Silva Cesário, 19 anos, diz ter sido vítima de racismo no local em que trabalha, no Colégio Internacional Anhembi Morumbi, no Brooklin (zona sul de SP).
Segundo ela, a diretora da unidade quis forçá-la a alisar os cabelos para “manter boa aparência”.
Ester disse que sofre discriminação por ser negra e ter cabelos crespos.
Conta que, em seu primeiro dia de trabalho como assistente de marketing, em 1º de novembro, a diretora do colégio a chamou em uma sala particular e reclamou de uma flor em seu cabelo –pediu para deixá-los presos.
Segundo a estagiária, dias depois a diretora a chamou novamente e reclamou do cabelo.
Teria falado que compraria camisas mais longas para que a funcionária escondesse seus quadris.
Resposta
Em nota, o colégio Internacional Anhembi Morumbi afirma que possui um modelo de aprendizagem inclusivo, que abriga professores, estudantes e funcionários de várias origens e tradições religiosas.
O uso de uniformes por alunos e funcionários é exigido para que o foco da atenção saia da aparência.
Questionado se a diretora mandou a jovem alisar o cabelo, o colégio limitou-se a dizer que a direção e o restante da equipe nunca tiveram a intenção de causar constrangimento.

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Negro sofre 'discriminação institucionalizada' no serviço de saúde, diz diretor de ONG


Além de ter menos acesso a planos de saúde do que brancos, a população negra também sofre uma "discriminação institucionalizada" nos serviços públicos de saúde do país, segundo o diretor do Fundo Baobá, Athayde Motta.
"De alguma forma, os serviços do Estado reproduzem o preconceito de parte da sociedade. Pesquisas mostram que nos locais onde a maior parte da população é negra o serviço tende a ser pior", diz Motta.
A tese defendida por Motta, que dirige o Fundo Baobá, uma ONG que viabiliza projetos que promovam a equidade racial, já foi sentida na pele por Marcelo Antonio de Jesus. Educador em uma ONG em São Paulo, 36 anos, Jesus conta que "durante exames", já sentiu "que há o receio de alguns médicos de tocar o paciente, pelo fato de ser negro".
"Isso também ocorreu com familiares. No meu caso, em uma ocasião, fui a dois médicos diferentes. Um deles nem me examinou e deu o diagnóstico só a partir do que eu havia contado", disse.
Eliane Barbosa, pesquisadora da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo que publicou um trabalho analisando políticas públicas que lidam com desigualdade no país, diz que parte dos médicos dão tratamento diferenciado a indivíduos brancos e negros, mas não apenas ns serviço de saúde público como também no privado.
"Em alguns casos os médicos consideram que as mulheres negras, por exemplo, são mais fortes que as brancas, que elas não precisam dos mesmos cuidados", diz Eliane, que tem 40 anos e faz parte da parcela dos 15,2% dos negros que possuem plano de saúde no Brasil.
Segundo pesquisa do Instituto Data Popular, a proporção dos brancos com acesso plano de saúde é o dobro, ou 31,3%.
"Racismo inconsciente"
Para Eliane, não se trata necessariamente de um 'um preconceito racional' por parte dos profissionais de saúde.
"Não quer dizer que eles querem discriminar alguém", diz. "É uma questão de referência dos médicos, geralmente homens e mulheres brancas. É uma questão muito profunda, uma reprodução inconsciente de um comportamento (racista da sociedade)."
Marcelo Antonio de Jesus, que é educador, defende que a questão seja abordada nos cursos de medicina do país.
"É necessária uma quebra de cultura. Boa parte dos estudantes de medicina vem de uma elite. É difícil que esses profissionais queiram depois atender na periferia. É até compreensível, porque eles vão encontrar uma realidade muito diferente da que vivem. Por isso a educação é importante", diz.
Eliane também acha que é preciso incluir a questão racial nas universidades. Ela lembra, ainda, que existem algumas doenças com maior incidência em determinados grupos, "como é o caso da pressão alta entre os negros", diz.
Ascensão e discriminação
A ascensão da classe C no Brasil permitiu um acesso maior de parte significativa da população negra brasileira a renda e consumo. Mas, segundo Athayde Mota, isso não significa que a discriminação racial diminuiu.
"A ascensão da classe C está transformando a vida dessa população em vários sentidos. Mas a discriminação racial continua a se manifestar, só que agora em outros locais. O preconceito aparece em restaurantes e locais que os negros não frequentavam", diz Motta.
Fonte:G1

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