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Campanhas que debatem ideais de beleza

5. A Campanha da Real Beleza, da Dove, foi lançada em 2004, e as vendas da marca cresceram, supostamente após as mulheres aparentemente se identificarem com as variações nas formas dos corpos. A campanha havia estabelecido o objetivo de fazer as mulheres se sentirem mais confiantes com seus próprios corpos.

4. Com 1,65 m de altura e pesando supostamente apenas 32 quilos, a modelo francesa Isabelle Caro posou nua para uma campanha antianorexia de uma marca italiana em 2007. A face magra e o corpo macilento, corroído pelo problema alimentar, apareceu em outdoors e em jornais durante a semana de moda de Milão. Na ocasião, havia uma crescente preocupação sobre o uso de modelos excessivamente magras nas passarelas, e Caro queria chamar a atenção para o problema da anorexia.

3. A imagem do ex-esquiador paraolímpico de 28 anos é um dos melhores exemplos do poder do contraste das fotos de "antes e depois". À esquerda, um sujeito abatido em um ambiente mal iluminado, enquanto à direita há um homem sorridente com um físico quase perfeitamente esculpido. Diagnosticado com uma forma rara de câncer ósseo aos 9 anos de idade .

2. A capa da revista Vanity Fair, que trazia a atriz Demi Moore grávida de sete meses, em 1991, mudou percepções ao redor do mundo sobre beleza na gravidez. O "efeito Demi" foi contundente, e, hoje, a pose feita pela atriz se tornou quase lugar-comum para mulheres grávidas .

1. Uma foto na página 194 de uma edição da revista americana Glamour catapultou a modelo Lizzie Miller, de 24 anos, para a fama. A imagem, que mostrava a barriguinha e estrias de Miller, ganhou fama mundial por mostrar "uma barriga real". "Foi uma loucura a rapidez com que a foto se espalhou, como fogo", diz ela .

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ABGLT faz campanha para incentivar alunos a denunciar homofobia



A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) lançou uma campanha para incentivar os estudantes vítimas de homofobia nas escolas a denunciar as agressõesHá um tempo, a entidade divulgou o caso de um estudante de 15 anos que sofreu agressões em uma escola de Santo Ângelo, no interior do Rio Grande do Sul. Após a agressão, o menino encaminhou um e-mail relatando o drama da homofobia para a ABGLT. O relato ganhou repercussão na internet e o caso foi encaminhado à Delegacia de Polícia da cidade.Fonte: Terra;

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Preconceito pode tirar reforço importante do Palmeiras


Foi divulgado através do jornalista Ricardo Perrone que alguns torcedores das organizadas do Palmeiras estiveram em uma reunião da diretoria para protestar contra o interesse do clube no volante Richarlyson. Pra falar a verdade nem sei por onde começar a criticar tal absurdo. Só para começar é fato que aquelas pessoas não deveriam estar ali. Afinal era um evento reservado para dirigentes e conselheiros. Lugar de torcedor é nas arquibancadas. Independente de qual time ele torce.

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Jovem entra em contato e nega preconceito contra o NE e PI


Twitter foi denunciado. Jovem diz que usaram sua foto
Neste sábado, dia 10, o perfil foi retirado por um suposto hacker que se identifica contra preconceituosos. O perfil havia postado, desde a noite de quarta-feira passada (07/12)  inúmeros insultos e ataques ao povo nordestino, principalmente aos do Piauí, por conta de uma brincadeira local criada através da hashtag #InsultoPiauiense. O autor usou o nome Sophia Fernandes e as fotos de uma bela jovem.
Após uma polêmica que envolve suspeita de xenofobia e preconceito, o perfil falso @SophiaOfDreams foi totalmente alterado. O que seria de uma estudante de Porto Alegre, capital do estado do Rio Grande do Sul, torcedora do Grêmio e revoltada pela existência dos nordestinos, não passava de uma provocação partindo de algum preconceituoso.
Retirado pelo suposto hacker, que se identificou como autoria de @AntiSecBRTeam e @iPiratesGroup, o endereço http://twitter.com/SophiaOfDreams estava com os seguintes dizeres: "Perfil hackeado / motivo: XENOFOBIA". Retirou as postagens preconceituosas contra os nordestinos e publicou no lugar: "Somos contra qualquer tipo de preconceito".
SOPHIA É UM PERFIL FALSO
Para completar, depois de toda a polêmica, e vendo que as notícias do caso de xenofobia, saindo inicialmente aqui no 180graus, começaram a ter repercussão nacional sendo publicadas por portais mais conhecidas em todo o Brasil, como Uol, a verdadeira 'dona' das fotos usadas pelo perfil falso (fake) Sophia Fernandes apareceu. Seu nome verdadeiro é Eloíse Guimarães. Ela entrou em contato por email com o 180graus, confirmou que um fake usou suas fotos e negou que tenha cometido qualquer tipo de preconceito contra o Nordeste e o Piauí.
Perfil teve todas as postagens preconceituosas retiradas por hackers
ELOÍSE GUIMARÃES É O NOME DELA
No primeiro contato que Eloíse fez com o 180graus, ela pediu que tudo fosse esclarecido pois algum (ou alguma) irresponsável usou suas fotos indevidamente para atacar os nordestinos. O caso de xenofobia irritou inúmeros moradores da região, usuários das redes sociais que rapidamente rebateram e levaram até o topo dos assuntos mais comentados da Internet a hashtag #OrgulhoDeSerNordestino. Eloíse Guimarães explicou que registrou um boletim de ocorrência (BO) na delegacia de sua cidade, que não seria em Porto Alegre-RS, mas sim em Curitiba-PR. "Meu advogado vai entrar com processo e tomar as devidas providências. Espero que este site (no caso, o 180graus), esclareça toda essa situação", pede a jovem, que seria na verdade uma modelo.

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Sem preconceitos


Emerson Leão sempre carregou a fama de não gostar de atletas argentinos. Quando trabalhou no Timão, por exemplo, bateu de frente com  Tevez. Apesar do histórico de problemas, o treinador são-paulino nega ter qualquer preconceito em relação aos “hermanos”.
Sem preconceitos
“Você não fica chateado quando escrevem uma mentira sobre você? Essa história (de não gostar de jogadores argentinos) não é verdadeira. Fico decepcionado quando escuto isso”, revelou, em conversa por telefone com o DIÁRIO.
Para defender essa tese, o treinador do São Paulo disse que as portas do clube estão sempre abertas para grandes jogadores estrangeiros, incluindo os argentinos.
“Se eu não gostasse de atletas estrangeiros de qualidade, não conseguiria trabalhar no futebol brasileiro. Quase todos os times contam com jogadores de fora. Inclusive os ídolos de algumas grandes torcidas são chilenos, argentinos ou uruguaios”, observou.
Segundo o ex-goleiro, o mais importante é a capacidade técnica do jogador. “O que eu digo é que ele precisa ter qualidade. Com isso, a nacionalidade não importa”, argumentou. 
Leão só fez uma ressalva em relação aos gringos. “Entre um brasileiro e um estrangeiro com as mesmas qualidades, eu prefiro o brasileiro, porque ele não vai sentir qualquer problema de adaptação”, explicou.   
Argentino na mira/ Com a saída do veterano meia-atacante Rivaldo, a diretoria do São Paulo deseja contratar o argentino Montillo para ser o camisa 10 da equipe na próxima temporada.
Turbinado pela venda dos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro para a TV Globo — o  Tricolor vai ganhar R$ 82 milhões por ano —, o presidente Juvenal Juvêncio promete abrir os cofres do clube para realizar esse sonho.
Com o Corinthians na briga por Montillo, contratar o jogador também seria uma vitória pessoal de Juvenal.

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Negra diz que chefe mandou alisar o cabelor


A estagiária Ester Elisa da Silva Cesário, 19 anos, diz ter sido vítima de racismo no local em que trabalha, no Colégio Internacional Anhembi Morumbi, no Brooklin (zona sul de SP).
Segundo ela, a diretora da unidade quis forçá-la a alisar os cabelos para “manter boa aparência”.
Ester disse que sofre discriminação por ser negra e ter cabelos crespos.
Conta que, em seu primeiro dia de trabalho como assistente de marketing, em 1º de novembro, a diretora do colégio a chamou em uma sala particular e reclamou de uma flor em seu cabelo –pediu para deixá-los presos.
Segundo a estagiária, dias depois a diretora a chamou novamente e reclamou do cabelo.
Teria falado que compraria camisas mais longas para que a funcionária escondesse seus quadris.
Resposta
Em nota, o colégio Internacional Anhembi Morumbi afirma que possui um modelo de aprendizagem inclusivo, que abriga professores, estudantes e funcionários de várias origens e tradições religiosas.
O uso de uniformes por alunos e funcionários é exigido para que o foco da atenção saia da aparência.
Questionado se a diretora mandou a jovem alisar o cabelo, o colégio limitou-se a dizer que a direção e o restante da equipe nunca tiveram a intenção de causar constrangimento.

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Negro sofre 'discriminação institucionalizada' no serviço de saúde, diz diretor de ONG


Além de ter menos acesso a planos de saúde do que brancos, a população negra também sofre uma "discriminação institucionalizada" nos serviços públicos de saúde do país, segundo o diretor do Fundo Baobá, Athayde Motta.
"De alguma forma, os serviços do Estado reproduzem o preconceito de parte da sociedade. Pesquisas mostram que nos locais onde a maior parte da população é negra o serviço tende a ser pior", diz Motta.
A tese defendida por Motta, que dirige o Fundo Baobá, uma ONG que viabiliza projetos que promovam a equidade racial, já foi sentida na pele por Marcelo Antonio de Jesus. Educador em uma ONG em São Paulo, 36 anos, Jesus conta que "durante exames", já sentiu "que há o receio de alguns médicos de tocar o paciente, pelo fato de ser negro".
"Isso também ocorreu com familiares. No meu caso, em uma ocasião, fui a dois médicos diferentes. Um deles nem me examinou e deu o diagnóstico só a partir do que eu havia contado", disse.
Eliane Barbosa, pesquisadora da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo que publicou um trabalho analisando políticas públicas que lidam com desigualdade no país, diz que parte dos médicos dão tratamento diferenciado a indivíduos brancos e negros, mas não apenas ns serviço de saúde público como também no privado.
"Em alguns casos os médicos consideram que as mulheres negras, por exemplo, são mais fortes que as brancas, que elas não precisam dos mesmos cuidados", diz Eliane, que tem 40 anos e faz parte da parcela dos 15,2% dos negros que possuem plano de saúde no Brasil.
Segundo pesquisa do Instituto Data Popular, a proporção dos brancos com acesso plano de saúde é o dobro, ou 31,3%.
"Racismo inconsciente"
Para Eliane, não se trata necessariamente de um 'um preconceito racional' por parte dos profissionais de saúde.
"Não quer dizer que eles querem discriminar alguém", diz. "É uma questão de referência dos médicos, geralmente homens e mulheres brancas. É uma questão muito profunda, uma reprodução inconsciente de um comportamento (racista da sociedade)."
Marcelo Antonio de Jesus, que é educador, defende que a questão seja abordada nos cursos de medicina do país.
"É necessária uma quebra de cultura. Boa parte dos estudantes de medicina vem de uma elite. É difícil que esses profissionais queiram depois atender na periferia. É até compreensível, porque eles vão encontrar uma realidade muito diferente da que vivem. Por isso a educação é importante", diz.
Eliane também acha que é preciso incluir a questão racial nas universidades. Ela lembra, ainda, que existem algumas doenças com maior incidência em determinados grupos, "como é o caso da pressão alta entre os negros", diz.
Ascensão e discriminação
A ascensão da classe C no Brasil permitiu um acesso maior de parte significativa da população negra brasileira a renda e consumo. Mas, segundo Athayde Mota, isso não significa que a discriminação racial diminuiu.
"A ascensão da classe C está transformando a vida dessa população em vários sentidos. Mas a discriminação racial continua a se manifestar, só que agora em outros locais. O preconceito aparece em restaurantes e locais que os negros não frequentavam", diz Motta.
Fonte:G1

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Preconceito e violência contribuem para o aumento da aids entre jovens gays, afirma Jairo Bouer em artigo para a Época


Em artigo para a revista Época, o médico Jairo Bouer afirmou que o preconceito e a violência que os jovens gays sofrem aumentam a vulnerabilidade desse público ao vírus da aids. A sensação de onipotência também os torna mais vulneráveis, afirmou Jairo. Leia o artigo na íntegra a seguir. 

A aids e os jovens

Os números divulgados pelo Ministério da Saúde no dia Mundial da Luta contra a aids mostram que, apesar de a doença estar sob controle no Brasil, ela ainda pode ser considerada uma epidemia concentrada. São 35 mil casos novos todos os anos, quase 3 mil por mês, cerca de 100 diagnósticos por dia. Alguns grupos estão sob maior risco. O que chama mais a atenção são os jovens, entre eles os garotos que fazem sexo com outros homens. Eles correspondem a quase 35% das novas infecções nessa faixa etária. Não é à toa que a campanha de prevenção, que começou no dia 1o de dezembro, é dirigida a esse grupo. 

A incidência do vírus HIV na população de homens que faz sexo com homens ainda é mais alta que na população geral. Na população, essa taxa é de 0,5% a 0,6%. Entre os jovens gays, de 18 a 24 anos, o índice sobe para 4,3%, segundo dados do Ministério da Saúde divulgados na última semana. O risco de um jovem gay estar infectado é cerca de 13 vezes maior que entre jovens em geral. Essa diferença de risco de contaminação também ocorre em cidades como San Francisco, Nova York e Paris, apesar da articulação que a comunidade gay tem nesses locais. 

Por que esse grupo de homens que fazem sexo com homens, um dos que mais receberam atenção nos trabalhos de prevenção nestes últimos 20 anos, tem se tornado vulnerável a novas contaminações? Uma das explicações para o fenômeno da falha na proteção é o distanciamento dos jovens das fases mais críticas da epidemia. O fato de eles não terem visto amigos adoecerem ou morrerem pode ter relativizado o risco da infecção, na percepção deles. A sensação de onipotência aliada à impulsividade típica da adolescência ou do início da vida adulta ajuda a entender esse quadro. 

Entre os jovens, o uso da camisinha é comum nas primeiras relações sexuais (taxas de 60% a 80% de uso). Mas a manutenção do hábito é um problema. À medida que as relações se tornam mais estáveis (o que ocorre rápido na visão dos jovens) ou sob efeito de álcool ou de outras substâncias de uso frequente na noite, a importância da proteção diminui, e o preservativo acaba abandonado no fundo da gaveta. 

O preconceito e a violência moral e física que os jovens que fazem sexo com homens sofrem também têm relação com o aumento dos índices de contaminação nesse grupo. Muitos são vítimas de bullying e chegam a sofrer violência física por causa de homofobia. O preconceito aparece mesmo dentro de casa. Relato de filhos homossexuais que se sentem discriminados pelos pais são comuns. Com a autoestima abalada, esses jovens se cuidam menos. Sentindo-se diminuídos, eles dão menos importância ao risco que correm. A batalha para baixar os índices de contaminação passa pela conscientização de toda a sociedade. Estimular a prevenção é tão importante quanto combater o preconceito. 

Jairo Bouer é médico formado pela USP, com residência em psiquiatria. Trabalha com comunicação e saúde. 


Fonte: http://www.agenciaaids.com.br/noticias/interna.php?id=18214

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Existe preconceito em homem usar camisa rosa?



O Eurides Júnior deixou uma pergunta interessante em um blog conhecido:
Olá! Ainda existe o preconceito sobre o homem usar camisa rosa? Como fazer combinações com a camisa rosa?

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“A discriminação acontece em qualquer lugar”

Este domingo, 20 de novembro foi comemorado o Dia Nacional da Consciência Negra. Esta data foi instituída 265 anos após a morte de Zumbi dos Palmares, escravo, símbolo e herói da resistência negra. O dia, que ainda tem pouca visibilidade, possui como objetivo fazer uma reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. 


É uma data marcada pela luta contra o preconceito racial, contra a inferioridade da classe perante a sociedade. No Brasil, é comemorado desde o ano de 1960, mas só nos últimos anos é que tem tomado uma proporção maior. A Lei de Nº 10.639, de 9 de Janeiro de 2003, assinada pelo então presidente Luis Inácio Lula da Silva, altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira", e dá outras providências. A lei passou a vigorar acrescida dos seguintes arts. 26-A, 79-A e 79-B; No "Art. 79-B, o calendário escolar incluirá o dia 20 de novembro como ‘Dia Nacional da Consciência Negra’.
Mas nos dias de hoje, na opinião do ativista negro, essa realidade não mudou muito. O negro ainda sofre discriminação, preconceito frente à sociedade. De acordo com Severo D’Acelino, “não houve nenhuma evolução; o negro ainda é vítima de preconceito. A não ser a evolução do quesito racismo, pois este, agora está institucionalizado. 


Então o governo dentro dos seus órgãos promove e mantém o racismo e o negro, por sua vez é vítima e faz que não vê, não ouve e nem fala”, disse Severo.
Ainda segundo Severo, a conscientização sobre o negro, ainda não foi solidificada e nem se faz um trabalho intenso em cima desta questão. “A discriminação se dá em qualquer lugar, na delegacia não se registra como racismo e sim ou como outra coisa qualquer; Na verdade a legislação brasileira não criminaliza o racismo. Isto é que é a realidade, porque quando se trata de algum tipo de crime envolvendo o racismo (o negro) sofre qualquer tipo de afronta e a punição sentenciada pela justiça para os agressores, são cestas básicas de alimentos; podemos dizer que o primeiro constrangimento sofrido pelo negro é justamente diante da justiça”, completa.


Referência: Correio de Sergipe

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Preconceito e homofobia: jovem posta vídeo no youtube hostilizando a Paraíba e o povo paraibano

A xenofobia é o medo incontrolável do desconhecido. Ela pode ser caracterizada como um preconceito ou como um transtorno psíquico. Esse conceito pode ser a explicação para um vídeo de um jovem, conhecido apenas por ‘Julio BamBamBam’, postado no youtube com conteúdo preconceituoso e homofóbico contra a Paraíba e o povo paraibano.

Na postagem, o protagonista do vídeo, o tal ‘Julio BamBamBam’ diz que está ‘injuriado’ com a Paraíba, relata que foi maltratado, porém não diz como, lamenta o fato de, segundo ele, na Paraíba não ter mulher e completa com uma frase totalmente homofóbica ao chamar os homossexuais de veado.

O relato acontece enquanto ele dirige pela BR 230, com destino a Campina Grande e registra o capotamento de um caminhão.

“Eu estou injuriado com a Paraíba, cheguei aqui e fui maltratado, aqui não tem mulher, e a praia é cheia de veado passeando na beira mar”, disse.

Continuando o relato preconceituoso, o jovem diz que ‘a Paraíba é uma bosta’ e ainda pede que os demais turistas não visitem o Estado. “Não venha na Paraíba”.

Em outro ponto, em tom irônico, BamBamBam critica a suposta imprudência do motorista do caminhão e dispara: "Olha o que é que o Paraíba é capaz de fazer com um caminhão".

Na postagem, não há como identificar a qual Estado o ‘Julio BamBamBam’ pertence, porém, o conteúdo só demonstra desconhecimento das belezas, da cultura, da inteligência e da hospitalidade do povo paraibano.

Confira o vídeo em: http://youtu.be/VVb4weSJqCA
E a resposta de um paraibano em: http://www.youtube.com/watch?v=-cQFW0_xi9c

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Seu Jorge diz que sofreu preconceito na Itália


Seu Jorge contou que passou por maus momentos quando visitou a Itália, há sete anos, para filmar o longa “A Vida Marinha com Steve Zissou". Cantor, compositor, ator e empresário, ele passou seis meses morando no país e disse ter sofrido muito preconceito. As informações são do jornal “Extra”.
"Não volto lá nunca mais. O italiano é racista. Eles têm sérios resquícios da colonização que sofreram: não aprenderam a lidar com outras etnias (...) Me maltrataram muito. Lá, percebi que, por ser negro, não era brasileiro, era da África, da Somália. No Brasil, isso também é forte ainda, viu? Não tem um negro na publicidade desde que o Sebastian da C&A saiu. Pode ter um negão fazendo um comercial, mas garoto-propaganda, não", lembrou Seu Jorge.
Super bem sucedido, Seu Jorge revelou também que não tem mais nenhum desejo material para realizar e que por isso sua maior vontade atualmente é ver suas três filhas na faculdade: “Elas vão ser um marco na minha família, na nossa árvore genealógica. A primeira geração que não precisará sofrer com a violência e com o preconceito para conhecer o mundo".
Frequentemente os carrões de Seu Jorge param na mídia, que fica encantada com os veículos de luxo que ele possui em sua garagem no Morumbi, bairro nobre de São Paulo. "Tenho lá meu Porsche, minha Lamborghini, mas trabalhei demais para isso. Ralei!", diz Seu Jorge, que nasceu em São Gonçalo, no Rio de Janeiro, e foi criado no município de Belford Roxo, na Baixada Fluminense.

Agradecemos a: Primeira Edição pelas referências.

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VI Seminário Estadual NEPSO-PE


PROGRAMAÇÃO
SEXTA-FEIRA  25/11/2011
Horário
Atividade
MANHÃ
8h às 10horas
Reunião específica do Núcleo de Recife, Zona da Mata e Região Metropolitana (Profa. Helena Sandra - Coordenadora do Núcleo)
10horas às 10h30
Abertura – Vídeo NEPSO-PE: histórias e saberes construídos em Pernambuco (Coord. Adelmo Camilo e Luciano Cavalcanti)
10h30 às 11horas
Nossas impressões/reações sobre o vídeo: falas e depoimentos espontâneos a partir da experiência com o NEPSO
11h00 às 11h30
Relato do IX Congresso Internacional NEPSO – Luciano Cavalcanti – Coordenador NEPSO-PE e professores que participaram do IX Congresso.
11h30 às 12horas
Pesquisa Multipaís (Coord. Alunos do Colégio de Aplicação – UFPE)
12h às 14horas
Almoço
TARDE
14h às 16horas
Apresentações dos projetos das escolas (Coord. Profa. Glória Cavalcanti – Coordenadora Núcleo Garanhuns/Agreste/Sertão)
16horas às 16h20
Intervalo: lanche
16h20 às 17h20
Continuação da apresentação dos projetos
17h20 às 18horas
Apreciação, pelos participantes, dos projetos apresentados.
18h às 19horas
Jantar
19h às 21horas
Passeio na orla de Boa Viagem
SÁBADO – 26/11/2011
Horário
Atividade
MANHÃ
08h30 às 09h30
Palestra – 10 anos NEPSO: desafios e continuidades (Marilse Araujo – Coordenadora internacional do NEPSO)
09h30 às 10h10
Atividade em grupo
10h10 às 10h30
Intervalo: lanche
10h30 às 11h10
Atividade: Plenária/socialização dos resultados dos grupos (Coord. Marilse e Luciano)
11h10 às 12horas
Feira cultural solidária: histórias locais, música, poesias, símbolos municipais, souvenirs, comidas típicas etc. (tudo à base de troca).
12horas às 14horas
Almoço
TARDE
14h às 15horas
Apresentação e apreciação do novo Manual e do novo site do IPM. (Coord. Equipe NEPSO-PE)
15horas às 15h30
Encerramento: Obrigado pela participação e boa viagem!

Local: CECINE-UFPE: Avenida Professor Artur Sá, s/n – Campus da UFPE. Cidade Universitária – Recife-PE. Telefone/Fax: (81) 2126-7030. E-mail: cecine@ufpe.br.

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Pais denunciam discriminação de crianças diabéticas nas escolas

Em particular, a confederação aponta os casos de duas crianças, de oito e treze anos, de escolas das zonas de Gaia e Setúbal, alegadamente discriminadas por serem diabéticas. “Estes foram os casos que nos chegaram, mas estou convencida que existem muitos mais”, disse Maria José Salgueiro, da CONFAP. 

Contactada pela Agência Lusa, fonte do Ministério da Educação e Ciência explicou que “este tipo de situações deve ser comunicada às direcções regionais de educação para posterior averiguação e tomada das diligências consideradas adequadas”. “O Ministério da Educação e Ciência promove a igualdade de oportunidades de crianças e jovens”, acrescentou a tutela. 

Segundo a responsável da CONFAP, nestes casos, “o que se passa é uma falta de conhecimento, de boa vontade e falta de ligação entre equipas, nomeadamente com os centros de saúde”. 

Numa das escolas onde ocorreu um dos casos, “havia uma desresponsabilização completa”. “É uma menina de oito anos que já fazia a injeção, mas precisava que alguém durante o dia fosse ajudando no controle” da medição dos níveis de açúcar no sangue. “Ninguém na escola queria assumir essa função, o que se tornou um bocadinho dramático para os pais. A mãe estava a pensar deixar de trabalhar e ficar à porta da escola para garantir a vida da filha”, disse Maria José Salgueiro. A criança estava, inclusive, “impedida” de participar em passeios e visitas de estudo, acrescentou. 

Na sequência de reuniões com a direcção da escola, associação de pais, centro de saúde e delegado de saúde “conseguiu chegar-se a um entendimento. 

Outra situação que a CONFAP ainda está a acompanhar está relacionada com um rapaz de 13 anos. “É um caso dramático, porque era também vítima de bullying, o que obrigou à sua transferência para outro estabelecimento de ensino. O rapaz não queria ir à escola e chegou a dizer à mãe que se queria matar. É uma criança muito deprimida e revoltada com a sua doença”, disse a mesma responsável. Maria José Salgueiro lamentou que na escola “ninguém se tenha preocupado com a parte emocional daquela criança. Pelo contrário, preocupavam-se apenas em puni-lo sempre que extravasava a sua revolta”. 

Numa declaração enviada à Lusa, a propósito do Dia Mundial da Diabetes, que se assinala segunda-feira, o presidente da Federação Internacional da Diabetes (IDF) - Região Europa, João Nabais, defendeu que “a discriminação das crianças com diabetes é alarmante e uma realidade que ainda existe”. “Os problemas vão desde a recusa no acesso a creches ou escolas pré-primárias ou não dar as condições necessárias para a administração de insulina ou a medição dos níveis de açúcar no sangue, passando pela exclusão nas actividades desportivas e viagens escolares”, acrescentou.

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Preconceito na TV contra brasileiras provoca protesto em Portugal


Um programa de animação exibido na estatal portuguesa Rádio e Televisão de Portugal (RTP2), em rede nacional, traz uma prostituta que fala com sotaque brasileiro entre os seus personagens principais. O “Café Central”, transmitido todos os dias desde setembro, tem sido alvo de protestos em Portugal e fortalecido as teses de que o preconceito contra as mulheres brasileiras no país tem sido recorrente em virtude, sobretudo, do viés politico por parte da mídia.
Um grupo de entidades e brasileiras residentes em Portugal criou na internet um “Manifesto em repúdio ao preconceito contra as mulheres brasileiras em Portugal”, em protesto contra “Café Central” e a estigmatização das brasileiras nos meios de comunicação de Portugal.
O programa, exibido no início da madrugada e retransmitido pelo serviço internacional do canal para vários países, narra a história de seis personagens que discutem os temas da atualidade (do próprio dia), às voltas de um balcão de um café. Em uma apresentação no mês passado, a RTP pôs como destaque do programa em sua página na internet uma conversa entre um dos personagens da atração, Silva, dono do “Café Central”, e a prostituta Gina: “Ahh, Gina, Gina… sempre que te vejo a bambolear essas libidinosas, sonho que estou no meio do Estádio do Dragão [Futebol Clube do Porto], com os Super-Dragões [torcida organizada do clube] a entoarem cânticos de paixão enquanto eu e tu fintamos o destino e marcamos golos nas redes da malícia”.
A situação ultrapassou o universo virtual: o grupo de repúdio já se manifestou publicamente nas ruas de Lisboa e tenta avançar com outro tipo de ações. Segundo Mariana Selister Gomes, criadora do grupo, a personagem Gina é mais um exemplo de estigmatização da mulher brasileira na comunicação social portuguesa. “Esse estigma é construído em torno de um imaginário de hipersexualidade das brasileiras e disponibilidade de seus corpos aos portugueses”. Para Marina, esse estigma, por si só, já é uma violência simbólica e prejudica a vida das brasileiras, “pois se transforma em assédio sexual, assédio moral, chegando mesmo a casos graves de violência física e sexual”.
Uma análise contundente do grupo é destinada à construção da personagem, retratada “como prostituta e maníaca sexual, alvo dos personagens masculinos”. “Trata-se de um desrespeito às mulheres brasileiras, que pode ser considerado racismo, pois inferioriza, essencializa e estigmatiza essas mulheres por supostas características fenotípicas, comportamentais e culturais comuns.”
“Situação faz parte da cultura europeia”
Não se trata de um fenômeno novo, critica Mariana, já que “fazem parte da história europeia genocídio indígena, escravidão africana, genocídio judeu, o que se altera é o alvo e, atualmente, são os imigrantes e, em Portugal, principalmente as brasileiras. Enquanto não houver um esforço coletivo, políticas de educação antirracista e de ações afirmativas, o quadro vai se repetir”.
Residente em Lisboa, onde cursa seu doutorado, Mariana defende que as autoridades portuguesas respeitem a Convenção para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra as Mulheres, da qual tanto Portugal quanto o Brasil são signatários. Sem isso, argumenta Mariana, viola-se o Memorando de Entendimento entre Brasil e Portugal para a Promoção da Igualdade de Gênero. No documento, consta que esses países estão “resolvidos a conjugar esforços para avançar na implementação das medidas necessárias para a eliminação da discriminação contra a mulher em ambos os países”.
Beatriz Padilla, professora do Centro do Investigações e Estudos de Sociologia do Instituto Universitário de Lisboa, estuda a comunidade brasileira em Portugal há anos e pondera que, reiteradas vezes, já alertou sobre a existência de uma grande discriminação não só contra os brasileiros, mas contra os diferentes em geral. “Com elas [as brasileiras] a situação é insustentável, já que o estereótipo que existe é reforçado pelos meios de comunicação. Nunca faltam bundas de brasileiras em revistas, capas de livros etc. A maior parte das pessoas, incluso os acadêmicos – e até certo ponto os próprios brasileiros – justificam e culpabilizam a mulher brasileira.”
Para Beatriz, o estereótipo existe e tem gerado experiências demasiadamente negativas. “O dia a dia de ser brasileira em Portugal é um peso, sempre há desconfiança de todos pela seriedade e integridade dela.” A pesquisadora da Universidade de Coimbra Isabel Ferin tem uma visão diferente sobre a influência tão direta da mídia na discriminação, porém concorda que o programa da RTP2 é todo construído sobre estereótipos. Ressalva apenas que o fato de colar a prostituição a uma mulher brasileira só reforça um preconceito pré-existente. “Como se trata de uma estrangeira, acaba por funcionar também como estigma.”
A inclusão de Gina é extemporânea, observa Isabel. “Neste momento, a autoestima portuguesa está tão baixa, que o fato de ainda ter brasileiros que querem trabalhar e ficar em Portugal anima a população. Não vejo sinais na mídia de discriminação. Não percebo, por isso, como surgiu essa personagem, que me parece fora de prazo.”
Para o presidente da Casa do Brasil em Lisboa, Carlos Henrique Vianna, é preciso protestar contra esse tipo de situação. Não por acaso, a casa assinou o manifesto. “É inegável que há muitas trabalhadoras do sexo brasileiras em Portugal e na Europa, com consequências na imagem da imigrante em geral. Para nós, o importante é dignificar permanentemente a imagem dos imigrantes combatendo o preconceito.”
O grupo que criou o manifesto na internet estava, na altura do fechamento desta edição, com mais de 1.100 assinaturas e contava com o apoio de mais de 20 organizações sociais tanto portuguesas quanto brasileiras, além do suporte de sete conselheiros do Conselho de Representantes dos Brasileiros no Exterior. “Estamos fazendo a entrega do manifesto para autoridades de Portugal e do Brasil, como uma denúncia coletiva. O próximo passo é cobrar das autoridades que tomem atitudes contra o preconceito”, disse Mariana.
Fonte: Valor Econômico

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