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Campanhas que debatem ideais de beleza

5. A Campanha da Real Beleza, da Dove, foi lançada em 2004, e as vendas da marca cresceram, supostamente após as mulheres aparentemente se identificarem com as variações nas formas dos corpos. A campanha havia estabelecido o objetivo de fazer as mulheres se sentirem mais confiantes com seus próprios corpos.

4. Com 1,65 m de altura e pesando supostamente apenas 32 quilos, a modelo francesa Isabelle Caro posou nua para uma campanha antianorexia de uma marca italiana em 2007. A face magra e o corpo macilento, corroído pelo problema alimentar, apareceu em outdoors e em jornais durante a semana de moda de Milão. Na ocasião, havia uma crescente preocupação sobre o uso de modelos excessivamente magras nas passarelas, e Caro queria chamar a atenção para o problema da anorexia.

3. A imagem do ex-esquiador paraolímpico de 28 anos é um dos melhores exemplos do poder do contraste das fotos de "antes e depois". À esquerda, um sujeito abatido em um ambiente mal iluminado, enquanto à direita há um homem sorridente com um físico quase perfeitamente esculpido. Diagnosticado com uma forma rara de câncer ósseo aos 9 anos de idade .

2. A capa da revista Vanity Fair, que trazia a atriz Demi Moore grávida de sete meses, em 1991, mudou percepções ao redor do mundo sobre beleza na gravidez. O "efeito Demi" foi contundente, e, hoje, a pose feita pela atriz se tornou quase lugar-comum para mulheres grávidas .

1. Uma foto na página 194 de uma edição da revista americana Glamour catapultou a modelo Lizzie Miller, de 24 anos, para a fama. A imagem, que mostrava a barriguinha e estrias de Miller, ganhou fama mundial por mostrar "uma barriga real". "Foi uma loucura a rapidez com que a foto se espalhou, como fogo", diz ela .

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Britânica de 27 anos diz que ficar grávida a salvou da anorexia



Uma britânica de 27 anos afirma que ficar grávida salvou sua vida das complicações trazidas pela anorexia. A assistente infantil Catherine Thomson conviveu durante 7 anos com a doença antes de descobrir que estava grávida do seu marido Jamie, de 28 anos.

O casal vive na cidade de Derby, no leste da Inglaterra. O problema de Catherine começou quando uma dieta comum saiu do controle e ela começou a perder muito peso. A britânica chegou a ser hospitalizada em julho de 2010 e perdeu quase 32 quilos.

Após deixar o hospital, Catherine começou a pensar sobre o que queria na vida e decidiu por tentar ganhar peso com o objetivo de criar uma família no futuro. Com a ajuda de uma nutricionista e de voluntários em uma entidade de caridade, ela conseguiu ganhar massa e voltar a ter menstruações em períodos normais.

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Todos contra os Distúrbios Alimentares


2010 foi marcado como a ano do combate ao bullying, 2011 como a repreensão da discriminação e 2012 lançaremos duas campanhas, a primeira de prevenção aos distúrbios alimentares e a 2ª de tema ainda não determinado.
Em 2011 começamos com uma série sobre a temática além de algumas postagens que podem ser vistas clicando aqui.
Esperamos ter o seu apoio em nossas campanhas e na divulgação do conteúdo.
Aproveite e assista esse vídeo sobre a temática de uma campanha preventiva de um site recomendado:

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Anorexia também atinge homens

Em resposta a postagem: Anorexia também é coisa de menino, o site bonde.com.br reprisou uma postagem do site saudeempautaonline.com.br comentando sobre a anorexia em meninos, confira:

O reflexo do espelho pode confundir aqueles que desejam exibir um corpo esbelto e, em razão da busca pela perfeição, restringe sua alimentação pelo medo exagerado de engordar. Considerada uma doença tipicamente feminina, sendo suas maiores vítimas as mulheres, a anorexia, transtorno alimentar de ordem psiquiátrica, ganha força e invade o universo masculino, segundo o Dr. Raphael Cangelli, psicólogo clínico do Ambulim (Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas. 

Comumente associado a um grupo composto por modelos e homossexuais, o padrão da doença vem mudando e hoje já é possível observar inúmeros homens de diversas profissões, nível escolar e orientação sexual em busca do tratamento contra a anorexia. O curioso é que o sexo masculino busca atendimento médico por outros sintomas desenvolvidos pela patologia e não pela doença em si. 

O anoréxico enxerga a recusa ao comer como um estilo de vida, cultua a magreza e não compreende os sérios riscos que a enfermidade abrange. "Acompanhado do medo de engordar, surge a anemia, a queda de proteína, a falta de interesse sexual, o cansaço, o baixo rendimento escolar e profissional, além dos riscos de doenças cardíacas", alerta o especialista. Por vergonha, mesmo alguns homens, percebendo sua magreza excessiva, não buscam ajuda profissional, elevando os riscos para a saúde. 

Quando o IMC (Índice de Massa Corpórea) é inferior a 15, o indivíduo já é considerado anoréxico e necessita de internação imediata. É importante esclarecer que, quanto menor o IMC, maior a chance do óbito. A maioria das mortes é originária da anemia, pois a queda de potássio no corpo facilita a parada cardíaca. Para calcular o IMC, basta dividir o peso (em quilogramas) pela altura (em metros). Por exemplo, se uma pessoa pesa 60kg e tem 1,65 de altura, a fórmula do IMC será: 

IMC = 60 ÷ 1,602 

IMC = 60 ÷ 2,56 

IMC = 23,43 

A luta pela vida 

Por se tratar de uma doença complexa, a anorexia exige acompanhamento profissional rigoroso para diagnosticar o quadro clínico e a tentativa de controlar a enfermidade por toda a vida, pois é incurável. "A partir de um levantamento feito por profissionais, o histórico alimentar do paciente é avaliado como os sentimentos em relação ao próprio corpo. Normalmente, o anoréxico procura atendimento em um médico clínico geral e de lá é encaminhado a um psiquiatra", revela o Dr. Cangelli. 

A partir de então, uma equipe multidisciplinar é responsável pelo tratamento. São psiquiatras, responsáveis pela avaliação e o tratamento com medicamentos; nutricionistas que estruturam a reeducação alimentar e o medo do ganho de peso; psicólogos que tratam a distorção de imagem corporal, já que o anoréxico se vê gordo, além dos relacionamentos sociais e afetivos e, por fim; terapeutas, que discutem a relação familiar e individual dos pacientes. 

Os amigos e a família são os pilares do anoréxico e como o controle é feito ao longo da vida, as pessoas mais próximas devem compreender a gravidade da enfermidade. "O surgimento da doença pode ser de caráter social, cultural e familiar. O indivíduo não desenvolve a anorexia por uma causa só, sempre são vários fatores e é nesse ponto que a família deve mostrar solidariedade e entender que esse medo do ganho de peso do paciente é verídico, uma doença", salienta o psicólogo. 

Entre as celebridades 

O cantor e compositor Daniel Johns, vocalista da extinta banda de rock Silverchair, assustou fãs e familiares ao fazer shows e aparições na mídia, cada vez mais magro. Ele revelou ter desenvolvido a anorexia em 1999, chegando a pesar menos de 50 kg. À época, o compositor criou uma música sobre o assunto, a "Ana´s Song". 

Assim como Johns, muitos homens travam uma batalha diária contra a anorexia da qual dependem de si mesmos ao tentar enxergar sua verdadeira imagem diante de um espelho.

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Manequim criticada por promover anorexia

A top Karlie Kloss, da Victoria´s Secret e considerada por muitos como a nova Gisele Bündchen, recebeu inúmeras críticas depois de um ensaio para a Vogue Itália. Os críticos consideram que a americana está anoréxica.
Segundo o Daily Mail, vários blogs e sites divulgaram as fotos do ensaio com a mensagem «Thinspiration», uma junção de das palavras “thing» (magra) e «inspiration» (inspiração).

Os próprios leitores da revista não gostaram do ensaio, recordando que numa edição recente a revista defendeu uma campanha contra os distúrbios alimentares, ao mesmo tempo que teve na capa mulheres com alguns quilos a mais.

«Consideramos que a modelo Karlie Kloss demonstra ter um corpo musculoso e tonificado, um corpo que nada tem a ver com a anorexia», afirmou a responsável pela revista, Franca Sozzani, defendendo deste modo o ensaio de Steven Meisel.
Entretanto, Kloss já falou sobre a polémica:

«Sempre fui adepta das actividades físicas. Por exemplo, no colégio, praticava muitos desportos, além do ballet. Hoje, com tantas viagens, é complicado manter uma rotina desportiva.»


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Muitos transtornos psiquiátricos estão associados ao abuso e dependência do álcool


Segundo a 4ª edição do Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, DSM-IV), da Associação Americana de Psiquiatria, os transtornos alimentares são graves perturbações do comportamento alimentar, identificados especialmente entre as mulheres. Cerca de 0,5% a 3,0% da população feminina geral tem tal condição, mas uma porcentagem consideravelmente maior de mulheres apresenta comportamentos alimentares problemáticos e sub-clínicos. A sua etiopatogenia é desconhecida, porém acredita-se em um modelo causal multifatorial, com participação de componentes biológicos, genéticos, psicológicos, socioculturais e familiares.
Os tipos de transtornos alimentares mais conhecidos são a Anorexia Nervosa (AN) e Bulimia Nervosa (BN). A primeira caracteriza-se pela distorção na percepção do próprio corpo, com medo excessivo de engordar (mesmo estando abaixo do peso; IMC* menor que 17,5 kg/m2 ou menos de 85% do peso esperado), perda de peso auto-induzidas pela privação de alimentos, negação da gravidade de perder peso e, finalmente, distúrbios hipofisários que podem causar amenorréia (ausência da menstruação) na mulher e, nos homens, perda de interesse e redução da potência sexual. Já a BN envolve episódios de perda de controle e ingestão excessiva de alimentos de forma compulsiva e periódica (duas vezes por semana, por no mínimo três meses consecutivos) e uso de métodos compensatórios, como atividade física exagerada ou uso de medicamentos purgativos, para atingir o peso abaixo do recomendado.
Alguns estudos mostram que pacientes com transtornos alimentares apresentam maior chance de consumir álcool com regularidade e de ter sensação de perda de controle sobre a quantidade e a freqüência de uso. Em relação ao abuso e dependência de álcool, tais comportamentos são identificados entre 16% das pacientes com transtornos alimentares. Em uma análise sobre a ocorrência simultânea de problemas alimentares e transtornos relacionados ao uso de álcool, 38 estudos avaliados identificaram esse tipo de associação.
A importância do diagnóstico e tratamento adequado da concorrência dos transtornos relacionados ao uso de álcool e alimentares é ainda mais relevante por dois aspectos: os transtornos alimentares são mais prevalentes entre mulheres jovens entre 18 e 24 anos e elas são mais vulneráveis aos efeitos das bebidas alcoólicas do que os homens.
No entanto, a relação entre os transtornos alimentares e aqueles relacionados ao uso de álcool está longe de ser de exclusividade das jovens. Uma pesquisa canadense analisou o risco de desenvolver tais condições ao mesmo tempo entre mulheres de diferentes faixas etárias (15-24; 25-44; superior a 44 anos), identificando essa associação em todas as idades investigadas, especialmente entre as mulheres com mais de 25 anos. Além disso, embora a junção das condições seja mais prevalente entre as mulheres, também tem sido identificada entre os homens.
Como a situação de uma doença adicional pode mudar a sintomatologia, interferir no diagnóstico, no tratamento e no prognóstico de condições psiquiátricas comórbidas, é muito importante que desde a primeira consulta de pacientes com suspeita de transtornos alimentares seja avaliado o uso de álcool, assim como de outras substâncias psicoativas. Detectá-los precocemente pode aumentar a adesão do paciente a um possível tratamento e seu sucesso, assim como a um bom prognóstico.

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Metade das meninas já pode estar obcecada com a imagem corporal, diz pesquisa


A busca pelo corpo perfeito não é novidade entre homens e mulheres, mas o que dizer sobre crianças que não suportam a própria aparência? Pesquisa realizada pela Central YMCA com 810 jovens  constatou que metade das meninas e um terço dos meninos, com idades entre 11 e 16 anos, estão dispostos a tomar medidas extremas, como recorrer a cirurgias plásticas ou tomar remédios, para modificar a aparência ou atingir o peso considerado ideal.
E as conclusões sobre o ideal de beleza de crianças e jovens não para por aí. Um em cada dez meninos pesquisados revelou que tomaria esteroides anabolizantes para aumentar os músculos, enquanto 16% das meninas estaria disposta a ingerir laxantes ou remédios para emagrecer.
Quando questionados sobre os corpos das pessoas que veem na TV, os jovens pesquisados revelaram que o ideal de beleza está distante do que é refletido no espelho. Metade das meninas e um terço dos meninos disseram que se submeteriam a uma cirurgia plástica para chegar mais perto do corpo dos sonhos.
Diretor executivo da Central YMCA, Rosi Prescott disse ao jornal britânico Daily Mail que “o estudo mostra o quanto os jovens estão inseguros sobre a aparência e imagem corporal. Há uma tendência crescente entre eles em recorrer a soluções rápidas, o que aumenta os riscos à saúde. A pressão para que eles obedeçam a uma imagem corporal inatingível e fora da realidade é a raiz de todo esse problema”. 
Há alguns meses, o Instituto de Saúde Infantil da Universidade de Londres (UCL) publicou estudo revelando que centenas de crianças britânicas de cinco a sete anos foram tratadas com anorexia, distúrbio alimentar em que a pessoa não come. A pesquisa compilou números de 35 hospitais públicos e revelou que, na faixa etária de 5 a 15 anos, os números sobem para 2 mil crianças já tratadas com o problema.
Os pesquisadores calculam que três em cada 100 mil crianças até 13 anos sofrem com transtornos alimentares no Reino Unido e na Irlanda. Os cientistas acreditam que este número seja maior, já que alguns centros de saúde não disponibilizaram seus dados.

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Sofri bullying e fiz loucuras para emagrecer, diz Miss Plus Size SP


A jornalista, empresária e modelo Carla Manso, 25 anos, vencedora do Miss Plus Size Mulheres Reais, que aconteceu em São Paulo na tarde deste sábado (26), disse ao Terra que já passou por fases difíceis por conta do peso, como sofrer bullying no colégio e fazer loucuras para emagrecer. Mas garante que hoje se sente plena e realizada com seus 89kg distribuídos em 1,68m. 
"A minha transformação interior aconteceu há três anos. Eu estava numa fase 'deprê', vivendo no automático, sem cuidar de mim. Meu filho, Lucas, que hoje tem 5 anos, me acordou numa manhã de domingo dizendo que eu era a sua princesa. Ele iluminou meu coração naquele dia e eu passei a cuidar de mim para que ele tivesse a mãe princesa que merece", contou.
Entre as loucuras que já fez, está a de comer apenas meia maçã a cada dois dias, além de tomar inibidores de apetite. "Consegui ficar magra, mas não era feliz. Quando eu era mais nova, achava que tinha que ser magra e gostosa para os homens me desejarem. Mas no fundo, o que eu precisava mudar era a apenas a minha atitude. O assédio masculino aumentou para valer quando eu me assumi uma gordinha cheia de vaidade e autoconfiança", frisou.
Carla Manso foi a ganhadora do concurso Miss Plus Size Mulheres Reais que elegeu a gordinha mais bonita de São Paulo (SP)
Carla Manso foi a ganhadora do concurso Miss Plus Size Mulheres Reais que elegeu a gordinha mais bonita de São Paulo (SP)
Para se manter saudável, Carla bebe pelo menos 2 litros de água por dia, come verduras e legumes e evita refrigerantes. "Não sou uma gordinha relaxada, mas não abro mão de alguns doces, como chocolate. Também não passo vontade diante de uma bela pizza, lasanha, comida japonesa ou mexicana. Eu malho no dia a dia, enquanto cuido do meu filho, da minha casa e da minha loja. Ficar em cima do salto fazendo poses para um catálogo também mexe muito com os músculos", contou.
Carla é modelo plus size há nove anos e hoje se divide entre esta carreira, a de jornalista e a de empresária como dona da loja virtual Best Size. Feliz, ela ainda tem sonhos não realizados. "Amo cada pedacinho do meu corpo. Quero mais o que da vida? Um maridão. Sonho em entrar na igreja de véu e grinalda, ter minha casinha e aumentar a família". Candidatos?

Agradecimentos: Terra

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Um reality show sobre anorexia: ajuda para o problema ou sensacionalismo puro?


Quando você acha que já não há mais assunto que possa ser transformado em reality show, a televisão vem e surpreende. O exemplo mais recente dessa onda é o programa “Starving Secrets” (“Segredos da Fome”, em tradução bem livre), que acaba de estrear nos EUA sob muita polêmica. Nele, um grupo de dez mulheres que sofrem de distúrbios alimentares são acompanhadas por câmeras a todos os lugares, de sessões de terapia até o banheiro.

TRACEY (à dir.) CONVERSA COM UMA DAS PARTICIPANTES DO REALITY SHOW
Quem comanda é a atriz Tracey Gold, conhecida pela própria batalha contra a anorexia quando tinha apenas 19 anos e estrelava a série “Growing Pains”, na década de 1980. O estopim de sua doença foram piadas do roteiro sobre o seu peso e, finalmente, a dieta que ela começou a pedido da produção. “Meu regime foi além dos limites. Eu não queria voltar a ser a garota de quem todosriem por ser gordinha”, lembra.
Antes de o primeiro episódio ir ao ar, na última sexta-feira (2), Tracey deu entrevista à rede de televisão CNN (veja vídeo no final da postagem) e explicou a ideia do show: “Falar sobre a minha doença sempre me deu forças. Eu espero que o mesmo aconteça com as meninas do programa. Quero que elas se tornem inspiração para os outros e que isso as faça sentir melhor”.
A declaração de Tracey dá o tom do programa. Não se trata de um show descontraído, mas de um retrato duro de quem tenta quebrar ciclos viciosos e não consegue. “Esta não é uma doença glamourosa, algo restrito ao tapete vermelho e ao mundo das celebridades. São mulheres normais, entre 19 e 43 anos, desesperadas por ajuda”, disse.
Apesar das boas intenções, “Starving Secrets” já recebeu críticas de quem mais entende do assunto. “Não apoiamos a exposição de pessoas doentes na televisão”, disse Lynn S. Grefe, presidente da Associação de Distúrbios Alimentares dos EUA, ao site “Huffington Post”. Além de temer pela imagem das pacientes, a médica não acredita que o tratamento pode ser efetivo quando conduzido em rede nacional. “Não é fácil para alguém ser honesto em frente às câmeras. Na minha opinião, esse tratamento é um desperdício”.
Ainda no início, a abordagem de “Starving Secrets” deixa até os médicos que participam do show cautelosos. Já no primeiro programa, Melissa, uma jovem bulímica de 22, aparece vomitando no banheiro. O que o reality parece conseguir, no entanto, é mostrar como raciocinam essas mulheres. Se isso vai ajudar no combate ao problema, essa é outra história.
Referências: Marie Clarie

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Anorexia também é coisa de menino...


Rob Meijering tinha 13 anos e pesava 33 quilos quando chegou ao médico. Vinte quilos abaixo do peso normal. Só anos mais tarde foi diagnosticado como anoréxico. “Isso é uma doença de meninas e não acontece com meninos”, ouviu Meijering. Ele agora criou um site para meninos com anorexia nervosa.
Com o site www.anorexiajongens.nl (em holandês) ele quer evitar que meninos com a doença passem pelo mesmo calvário que ele teve que passar na época. Meijering, hoje com 41 anos, descobriu que ainda é dada muito pouca atenção à anorexia em meninos. Por isso quis criar um espaço próprio para o tema.
“Para ter um ponto na internet onde meninos possam buscar informação, para que possam se encontrar num fórum e trocar experiências uns com os outros. Isso simplesmente não existia. Para meninas, sim. Em muitos sites pode-se encontrar informação sobre anorexia que têm uma citação muito curta de que meninos também podem ter a doença. Achei importante criar um lugar onde toda a informação é dirigida aos meninos.”

Anorexia nervosa não é uma doença ocidental

Por muito tempo assumia-se que a anorexia nervosa era uma doença que ocorria apenas em culturas industrializadas, particularmente as ocidentais. Oito em cada 100 mil meninas com idade entre 15 e 24 anos sofrem com ela. Elas buscam o ideal ocidental de magreza.
Estudos recentes comprovam que a anorexia não é exclusividade de países ocidentais desenvolvidos. Este transtorno alimentar também existe em culturas tradicionais e atinge populações brancas, negras e asiáticas, provavelmente na mesma proporção. A motivação dos pacientes para não comer nem sempre é a mesma. Em culturas mais tradicionais, problemas digestivos são muitas vezes apontados como motivo.
Meninos representam 10% de todos os casos de anorexia. Cerca de 6% a 10% dos pacientes morre em consequência da doença, que é uma das mais fatais doenças psíquicas.


Reconhecimento
Mas o site também é para pais e agentes de saúde. Meijering espera que eles também vejam que meninos podem ter um transtorno alimentar, e que os pais possam ser mais incisivos junto aos médicos depois de ter obtido estas informações pela internet.
“Os meninos representam 10% das pessoas com transtorno alimentar. Portanto, não é um problema só das meninas. Espero que os médicos comecem a perceber que têm que olhar mais a fundo e levar isso a sério, sem dizer de cara: isso não acontece.”
Para Meijering, o reconhecimento pelos clínicos gerais é particularmente importante. Eles são os ‘guardiães da assistência médica’ e se não reconhecem a doença é preciso grande esforço e muitos desvios para chegar ao tratamento. Em seu caso, este reconhecimento demorou três anos. Se tivesse recebido assitência médica antes, não teria levado treze anos para que voltasse a comer normalmente.
Pressão
O ex-paciente afinal foi levado a um hospital e recebeu alimento por sonda durante 18 semanas. Uma vez recuperado o peso, recebeu alta. O tratamento era dirigido ao aumento de peso. A cada quilo que recuperava, recebia um presente: um livro, uma caneta, ou podia fechar as cortinas. Ele conseguia comer, mas com muita dificuldade. Mas uma vez em casa, Meijering voltou a emagrecer.
O ponto de virada ocorreu quando Meijering, aos 18 anos, conseguiu seu primeiro emprego numa padaria. Ele descobriu que era bom em outras coisas. Até então, via o emagrecimento como sua grande força.
“Você fica confuso, inseguro. Eu era intimidado na escola e aí surge algo em que é muito bom, no caso, emagrecer, e você se agarra a isso. Dá tanta segurança, mesmo que seja muito ruim pra você. Isso se torna a sua fuga. Traz muita segurança, ainda que você mesmo sofra com isso.”
Foco na comida
Por fim, Meijering conseguiu superar a doença por conta própria. Não obstante todas as terapias que recebeu em seu período como paciente de anorexia. O problema era que o foco era sempre na comida. “Acho que não é por aí. É preciso resolver os problemas subjacentes. A comida é importante, claro. Se alguém está em situação de risco, é preciso intervir, mas o tratamento não deve ser sobre isso.”
Por sorte, seu site está recebendo muita atenção. Até mesmo instituições de assistência médica, que a princípio não foram entusiastas sobre a iniciativa, agora o procuram. Meijering considera isso um primeiro passo para a melhoria no atendimento aos pacientes.

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Paixão pela corrida fez com que dentista se livrasse da anorexia


                                              Pessoa que sofre de anorexia (Foto: Joel Saget/AFP)


Quando dizem que a corrida é um ótimo remédio não é à toa. Na pista, você joga fora tudo que te agonia e te entristece a cada passada, principalmente quando se tem a companhia de uma boa música e paisagens agradáveis.
Nathalia Réa, dentista de 25 anos, teve anorexia aos 16 anos e utilizou o esporte como forma de tratamento. Sem o acompanhamento de um terapeuta ou de uma nutricionista, passou a perceber que correr poderia ser a melhor opção para se livrar desse mal que atrapalhava a sua vida.
- Lembro-me bem que, quando eu tinha uns 16 anos, parei em frente ao espelho e pensei: “estou gorda”. Eu pesava 52kg e enxergava uma barriga imensa em mim. Tinha uma sensação de que por mais que eu fizesse as coisas, eu nunca conseguiria ser a melhor em nada - disse Nathalia.
nathalia sp-rio (Foto: Divulgação Nike)Nathalia paticipou da Corrida SP-Rio, o maior revezamento das Américas (Foto: Divulgação Nike)
A anorexia é uma doença psicológica caracterizada como um transtorno alimentar. De acordo com Helena Müller, psicóloga, mestre em psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, especializada em transtornos alimentares e obesidade pela USP, as pessoas param de se alimentar, emagrecem em excesso e, ainda assim, continuam se achando acima do peso.
- Elas se enxergam sempre mais gordas do que estão de fato. A gente chama isso de transtorno da imagem corporal. E recusam terminantemente o alimento. De uma maneira geral, é fácil de identificar a doença na pessoa porque ela tem o emagrecimento muito rápido, mas ela mesma não consegue perceber isso - informou Helena.
A dentista, que chegou a pesar 44kg, decidiu emagrecer por conta própria e passou reduzir a quantidade de alimentos ingeridos. Começou a beber e comer tudo light e, depois de ter ficado fanática por calorias, fez uso de laxantes para expelir tudo o mais rápido possível.
Nath e medalhas (Foto: Arquivo pessoal)A dentista exibe as suas medalhas com orgulho
(Foto: Arquivo pessoal)
- Eu tenho a sensação de que o problema sempre esteve comigo. A minha personalidade favoreceu a doença a aparecer. Eu ficava muito brava quando meus pais diziam que eu estava muito magrinha e que eu tinha que comer. Eu achava um absurdo! Dizia que era assim porque meu metabolismo queria - comentou a jovem.
Helena, que é terapeuta há 35 anos, já recebeu diversos casos de anorexia em seu consultório. De acordo com a psicóloga, uma das características do paciente é a negação. Por mais que os parentes digam que o anoréxico está muito magro, ele crê somente naquilo que vê e não consegue acreditar que as pessoas se preocupam com ele. Helena Müller ainda disse mais:
- A anorexia é uma doença muito difícil de ser tratada, precisa de uma equipe muito presente e é raro um paciente que sofre disso procurar um medico ou psicólogo para falar sobre essa doença. Ele passa a enganar a família e se utiliza de uma série de artifícios para fingir que se alimentou. É uma doença que pode levar à morte através da desnutrição, em função da recusa do paciente de se alimentar.
A volta por cima
As coisas começaram a melhorar para Nathalia quando ela passou para faculdade que queria. Depois de ter ingressado, fez amigos, sentiu o respeito das pessoas, principalmente da sua família, e sua autoestima passou a aumentar. Foi nesse momento que ela conheceu a corrida.
Se você sai do trabalho triste porque aconteceu algo que te chateou, esquece! Vai pra pista e joga toda sua emoção. A vida é dura e são muitos momentos de luta pra poucos de glória"
Nathalia Réa
- Quando eu falo que a corrida me salvou, isso é muito verdade. Ela encheu minha vida de muitos objetivos. A gente tem a sensação de vitória todos os dias. Se você sai do trabalho triste porque aconteceu algo que te chateou, esquece! Vai pra pista e joga toda sua emoção. A vida é dura e são muitos momentos de luta pra poucos de glória.
Helena Müller afirma que a corrida fez com que Nathália retomasse o amor pela vida. Quando a pessoa se apaixona de novo, ela tem forças e motivação para poder sair dessa situação. Mas a terapeuta destaca que é um caso raro porque ela não procurou se tratar com pessoas especializadas.
- Ela se apaixonou pela corrida e teve forças para abrir os olhos. A gente vive numa ditadura da magreza e as pessoas podem sutilmente ir criando esse transtorno da imagem corporal sem saber, se acham gordas, querem fazer dietas. Aí você já começou lentamente o processo. O anoréxico tem baixa autoestima e se identifica com o nada - comentou a terapeuta.
Como a dentista passou a levar o esporte a sério, começou a se preocupar com o seu corpo e com a sua dieta. A jovem sentiu necessidade de uma reeducação alimentar. Desde que começou a correr, tenta não ficar muitas horas sem me alimentar, não toma refrigerante e não consume bebida alcoólica.
nathalia 1 (Foto: Arquivo pessoal)Nathalia atualmente é dona de um corpo impecável
(Foto: Arquivo pessoal)
- Para poder ganhar performance tive que melhorar minha alimentação. Também tomo alguns suplementos e vitaminas porque, normalmente, os treinos são bem intensos. Se fosse pra ingerir tudo o que eu preciso na alimentação eu não conseguiria. Procuro não comer alimentos muito gordurosos, mas adoro um sorvetinho e uns chocolatinhos - falou Nathalia com sorriso no rosto.
Nathalia tenta não pensar em nada enquanto corre. É o momento em que ela tem para ouvir o que o corpo tem a dizer.
- Foi a terapia que eu precisava. A gente começa a descontar nossas frustrações no nosso corpo e não vale a pena. Tem dias que a gente se sente fracassado, mas aí você vai correr e percebe que você é capaz de mais. Volta pra casa feliz e endorfinado. A corrida foi o que faltava pra eu me sentir cem porcento feliz - concluiu a corredora.

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Estudo questiona tratamento compulsório para anorexia


A anorexia nervosa leva o paciente a enfrentar questões sobre sua personalidade: quem realmente são, sua autenticidade e se sua doença é algo separado ou integrado à personalidade. Esses conflitos têm, no entanto, implicações diretas no tratamento compulsório. Segundo um estudo conduzido pelo The Hastings Center, dos Estados Unidos, explorar essas ideias sobre autenticidade pode ajudar os médicos a formular abordagens terapêuticas, além de fornecer insights sobre se o tratamento compulsório pode ser justificado.
Durante o estudo, foram entrevistadas 29 mulheres que estavam em tratamento para a anorexia nervosa em clínicas localizadas ao sul da Inglaterra. Todas tiveram de responder questões sobre como enxergavam sua própria doença, como se sentiam sobre o tratamento compulsório e o que pensavam sobre o impacto da doença na tomada de decisões. Embora os pesquisadores não tenham perguntado sobre autenticidade ou identidade, quase todos as participantes falaram em termos de um “eu autêntico” - para quase todas, a relação entre anorexia nervosa e o eu autêntico era uma questão importante.
As participantes caracterizaram essa relação de diversas maneiras. Muitas viram a anorexia nervosa como algo separado do seu verdadeiro eu. Algumas expressaram a ideia de uma luta de poder entre seu eu verdadeiro e seu eu não-autêntico. Outras disseram ainda que outras pessoas poderiam ser fonte de apoio, permitindo, assim, que o eu autêntico ganhasse força dentro da luta. Essa noção da doença como algo externo, separado de seu verdadeiro, foi interpretada com um sinal de esperança. “Conceituar o comportamento anoréxico como uma parte não autêntica de si pode ser uma estratégia válida para superar o problema”, disseram os autores.
Tratamento - Segundo os pesquisadores, essa distinção entre um eu autêntico e um não-autêntico não é necessariamente o mesmo que uma falta de capacidade de tomada de decisão. Ela não pode justificar ainda a recusa do paciente ao tratamento. “Algumas autoridades argumentam que o tratamento compulsório não deveria nunca ser usado para a anorexia nervosa”, disseram. “Nós acreditamos, entretanto, que devemos levar a sério a possibilidade de que a pessoa no auge da anorexia nervosa pode estar experimentando conflitos internos substanciais, mesmo que ela não esteja expressando isso no momento.”
Os autores concluem que os clínicos precisam monitorar os pontos de vista do pacientes ao longo do tempo e que, se os conflitos internos persistirem, isso poderia sugerir uma falta de capacidade de tomada de decisão - e, portanto, um risco de dano significativo. Uma questão ainda não respondida é se os pacientes que consideram a anorexia nervosa como uma parte inautêntica do seu eu são mais suscetíveis a responderem ao tratamento. 

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Transtornos alimentares e mentais

Organização Mundial da Saúde  classifica a anorexia nervosa como Transtorno Mental e do Comportamento. A pessoa quer perder peso por causa de um desejo doentio em emagrecer e uma obsessiva aversão à obesidade .O emagrecimento excessivo enfraquece as defesas orgânicas, pela perda de musculatura , de proteínas, vitaminas e acaba levando a transtornos mentais, pela falta ou desequilíbrio de substâncias indispensáveis a uma boa saúde mental.

Os principais sinais comportamentais que podem apontar para um anoréxico, são alteração de humor, irritabilidade, ansiedade, tristeza, desânimo, tendência ao isolamento da família e amigos, desinteresse por quase tudo.No campo físico, os primeiro sinais da doença são: menstruação escassa ou irregular (ou até a suspensão dela), pele seca, palidez, tonturas queda de cabelo, interrupção de uma trajetória de crescimento (para quem ainda está nessa fase). 


O auxílio médico, medicamentoso e psicoterapêutico pode levar à retomada de uma rotina normal. 
Urbanização e ocidentalização pode levar a aumento das taxas de transtornos alimentares (TA). 
Todos os psiquiatras em áreas rurais de Bangalore foram contatados por telefone, email, ou pessoalmente para registrar informações sobre o número e a natureza dos distúrbios alimentares que tinham visto na sua prática no último ano. 

Sessenta e seis psiquiatras participaram do estudo. Trinta e oito (56%) tinham a prática privada e 28 (42%) em hospitais de ensino. 45 (67%), relataram ter visto pacientes com transtornos alimentares no último ano. O número total de casos observados foi de 74. Destes, 32 foram diagnosticados como anorexia nervosa (AN), 12 como bulimia nervosa (BN), e 30 como transtornos alimentares não especificados. Dezesseis (23,5%) dos entrevistados foram da opinião de que os fatores endócrinos estavam desregulados e aumentandos em Bangalore, 18 (26,5%) sentiam-se as taxas mantiveram-se estáveis e 28 (42%) não tinham certeza. 

Int J Eat Disord. 2011 Aug 30.

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Jovem com anorexia pesa menos do que a filha

Rebecca Jones, de 26 anos, tem 1,5 m, pesa menos de 32 kg e vive à base de sopa, torradas e bebidas energéticas. Sofrendo de anorexia, ela pesa menos do que a filha, Maisy, de apenas sete anos de idade, e acha que não há nada de errado com isso.
– Usar as mesmas roupas que Maisy me dá orgulho. Eu sei que é errado, mas faz com que eu me sinta bem. Eu não acho que eu sou magra. Sempre me vejo maior.
Pacientes com anorexia se mantêm com baixíssimo peso e têm pavor de ganhar peso, ficando extremamente magros. Já quem tem bulimia, come grandes quantidades de comida e depois a dispensa do organismo por meio de vômitos, laxante ou diurético. Ambas podem causar sérios problemas de saúde e até a morte.
De acordo com o jornal britânico Daily Mail, os médicos já alertaram Rebecca de que seus hábitos alimentares, com a falta de nutrientes, podem matá-la. Ela conta que começou a sofrer do distúrbio depois do divórcio dos pais, quando tinha 11 anos.
Ela conta que “parou de comer” aos 13 anos, o que fez com que ela tivesse uma drástica perda de peso. Aos 15 anos de idade, ela parou de menstruar.
– Eu era muito frágil. Não conseguia sair da cama.
Ela engravidou da filha aos 19 anos, quando estava estudando na Universidade de Manchester. Ela achou que havia ficado infértil por causa da anorexia e só descobriu a gravidez após 26 semanas de gestação, quando sentiu um chute na barriga.
Os médicos pediram que ela comesse frango como fonte de proteínas durante a gestação e tomasse vitaminas, mas seu sistema digestivo não estava acostumado a comer isso.
– Meu namorado tentava me fazer comer, mas meu estômago estava acostumado a comer apenas pequenas quantidades. Eu ficava enjoada.
Ela sobreviveu à gravidez, e a menina nasceu sadia, mas pequena. Rebecca não conseguia produzir leite para alimentar a menina.
Exames feitos no começo deste ano mostraram que a jovem tem níveis de potássio muito baixo no corpo, o que pode fazer com que ela tenha arritmia cardíaca (batimentos cardíacos irregulares) e morra. A ordem dos médicos é que ela ganhe peso rápido.
– Eu fico com medo de não ver Maisy crescer. Eu amaria comer e não consigo pensar em nada mais legal do que sair para comer com a Maisy, mas eu não consigo.
Referência: Correio do Estado

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